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sexta-feira, 10 de abril de 2026

Uma vida feliz, mesmo com a dor

 Escritora Léa Tande compartilha caminhos possíveis para cultivar bem-estar, autonomia e sentido em meio aos limites do corpo

A dor crônica ainda pode ser uma experiência desafiadora e até mesmo solitária da vida adulta. Em uma jornada de ressignificação desse cenário, a palestrante e escritora Léa Tande compartilha a experiência após o diagnóstico de síndrome miofascial na obra A dor crônica que me transformou. Na publicação da Hanoi Editora, Léa parte da própria história para mostrar formas de viver com mais presença, significado e bem-estar, mesmo ao enfrentar uma grande provação.  

Com o prefácio da médica especialista em Medicina da Dor, Dra. Fabiola Peixoto Minson, o livro une vivência pessoal, respaldo clínico e método, oferecendo uma abordagem responsável e fundamentada. A autora convida à prática e propõe ao leitor exercícios simples de escrita, reflexão e gratidão.  

A partir do tratamento médico e de fundamentos da Psicologia Positiva unidos às práticas da Ciência da Felicidade, Léa decidiu não ocupar o lugar da resignação. Escolheu o protagonismo e desenvolveu práticas que a ajudaram a recuperar qualidade de vida.  

Foi na arte manual com o papel que ela encontrou um caminho possível. Dobrar, recortar, escrever e criar tornaram-se pequenos rituais capazes de transformar o caos interno em clareza. Aos poucos, o material deixou de ser apenas matéria-prima e passou a funcionar como um modo de ancorar a mente no presente, silenciando o incômodo, ainda que por alguns instantes. 

Se você me perguntar o que a arte representa na minha vida, eu diria: abrigo. Porque, enquanto o mundo lá fora continuava correndo, exigindo, esperando, a arte me permitia parar. Respirar. Me reconectar. (A dor crônica que me transformoup.40) 

A ideia que atravessa a leitura é ainda mais forte. O papel acolhe aquilo que ainda não foi dito e, mesmo quando amassado, rasgado ou marcado, continua capaz de se transformar em algo novo. A escritora usa essa mensagem como paralelo para a própria trajetória: o sofrimento deixa marcas, muda caminhos, interrompe planos, mas não impede a reinvenção.  

O “diário da dor” de Léa Tande mostra porque todos, em algum momento, precisam aprender a se olhar com mais gentileza. A escutar o corpo que pede pausa, a cuidar da mente dispersa e a acolher as emoções que insistem em ser sentidas. A experiência dolorosa pode mudar de intensidade, mas o convite é o mesmo: cuidar de si com amor e nunca desistir.  

 

Ficha Técnica 

Título do livro: A dor crônica que me transformou 

Autor: Léa Tande 

Editora: Hanoi Editora  

ISBN/ASIN: 9786580173631 

Páginas: 170 

Preço: R$ 80,00 

Onde comprar: Hanoi Editora 

 

Sobre a autora: Léa Tande é palestrante, escritora e Chief Happiness Officer. Com mais de quinze anos de experiência em artes visuais e estudos dedicados ao comportamento humano, à Psicologia Positiva e à Ciência da Felicidade, desenvolveu uma abordagem própria que integra sensibilidade artística, reflexão e prática. É criadora do Projeto Léa Tande, que reúne diferentes iniciativas voltadas ao cuidado pessoal, à criatividade e à inteligência emocional.  

Instagram: @projetoleatande 

 

Sobre a Hanoi Editora: Ideias fundamentais encontram elos que as sustentam através dos tempos. A Hanoi Editora, fundada em 2017, tem como missão fortalecer esses elos que promovem o encontro entre autores, livros e leitores. Com abordagem fundamentada no respeito, transparência e senso de pertencimento, oferece suporte a autores, sejam novos ou reconhecidos. Tem como visão proporcionar títulos de alto valor nas áreas de filosofia, artes, espiritualidade e desenvolvimento pessoal, promovendo a reflexão ativa em um mundo em constante transformação, impulsionando a humanidade a atingir seu potencial máximo. 

Instagram: @hanoi.editora  
Site: www.hanoieditora.com.br 

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