É a partir deles que o restante do projeto se organiza, seja no diálogo com a iluminação, nas proporções do layout ou na relação com outros elementos arquitetônicos. Para a arquiteta Ana Rozenblit, do escritório Spaço Interior, essa versatilidade é um dos grandes trunfos desse tipo de peça. “O mobiliário orgânico não impõe limites rígidos. Ele se adapta ao espaço e, ao mesmo tempo, orienta o projeto, trazendo movimento e equilíbrio para diferentes ambientes”, afirma.
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