Os titãs noruegueses do metal extremo, DIMMU BORGIR, lançam hoje Grand Serpent Rising, seu aguardado novo álbum de estúdio e o primeiro lançamento de inéditas em oito anos, desde Eonian. Formado em 1993 pelo guitarrista Sven “Silenoz” Kopperud e pelo vocalista Stian “Shagrath” Thoresen, no auge da segunda onda do black metal norueguês, o DIMMU BORGIR nunca apressou seu processo criativo — e o peso esmagador e a grandiosidade cinematográfica de Grand Serpent Rising provam que a espera valeu a pena. Gravado em Gotemburgo com o aclamado produtor Fredrik Nordström — o arquiteto por trás de álbuns históricos da banda, como Puritanical Euphoric Misanthropia e Death Cult Armageddon — o novo registro entrega treze faixas massivas e incrivelmente diversas, que elevam a extremidade sinfônica do grupo a patamares monumentais. Para celebrar o lançamento de hoje, a banda também estreou um videoclipe cinematográfico impressionante para a faixa "As Seen In The Unseen", consolidando ainda mais Grand Serpent Rising como um dos lançamentos de metal extremo mais antecipados do ano.
Assista ao clipe de 'As Seen In The Unseen': https://youtu.be/x1K4gVUQkDU
Ouça 'Grand Serpent Rising': https://dimmuborgir.bfan.link/grandserpentrising Shagrath comenta sobre o lançamento: “Grand Serpent Rising captura tudo o que o Dimmu Borgir foi e se tornou — é mais sombrio, mais brutal, mas ainda assim melódico e diverso. Ele resume todas as nossas fases; algumas músicas são fortemente inspiradas em nossos primeiros anos, enquanto outras apontam para o futuro. Deixamos o álbum mais dinâmico, usando as orquestrações de forma mais deliberada. O resultado é um disco mais intenso e direto ao ponto.”
Silenoz acrescenta: “Com Grand Serpent Rising, revisitamos intencionalmente o espírito e a atmosfera que moldaram nossa identidade nos primeiros anos. Queríamos que este álbum parecesse uma jornada de ruína, renascimento e transcendência. Depois de todos esses anos, o fogo queima ainda mais forte — este álbum é tanto uma reflexão quanto um novo despertar para o Dimmu Borgir.” |
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