| |
Pesquisa publicada na revista The Lancet indica que risco pode aumentar a cada nova infecção; especialistas alertam para sintomas persistentes após a doença São Paulo, abril de 2026 – Embora a Covid-19 em crianças seja, na maioria dos casos, leve e de curta duração, pesquisas recentes apontam que a doença pode deixar sintomas persistentes. Um estudo publicado na revista científica The Lancet mostra que a chamada Covid longa em crianças e adolescentes é uma condição real e que o risco de desenvolvê-la pode aumentar a cada nova infecção pelo vírus. O alerta ocorre em um momento de alta circulação de vírus respiratórios no país. Uma nova edição do Boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgada no mês de março, aponta aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o país. Segundo a análise, o cenário tem sido impulsionado principalmente pelo crescimento das hospitalizações por rinovírus em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos e pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em crianças menores de 2 anos. Nesse contexto, especialistas destacam a importância de atenção aos sintomas e ao histórico de infecções. Diferentemente dos adultos, crianças nem sempre conseguem explicar com clareza o que estão sentindo. O estudo aponta que o risco de complicações aumenta a partir da segunda ou terceira infecção. Assim, mesmo quando a primeira Covid se manifesta apenas como um resfriado leve, uma nova contaminação pode estar associada ao surgimento de sintomas que persistem por meses. Alguns desses sinais podem ser confundidos com mudanças de comportamento ou dificuldades escolares. Por isso, médicos orientam que pais e responsáveis fiquem atentos a sintomas que podem indicar a necessidade de avaliação médica:
Outro ponto de atenção é o possível impacto no sistema cardiovascular. “O vírus pode provocar processos inflamatórios no organismo, incluindo inflamação do músculo do coração, chamada miocardite, além de alterações na circulação que nem sempre aparecem em exames comuns. Por isso, se a criança apresentar sintomas persistentes após a Covid, é importante procurar avaliação médica”, afirma Carolina Affonseca, médica pediatra e professora da pós-graduação em Pediatria da Afya Educação Médica. Como reduzir os riscosA médica reforça que a prevenção e o acompanhamento após a infecção ajudam a reduzir o risco de complicações. Entre as principais orientações estão:
Sobre a Afya A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.753 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas de Medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br. |

Nenhum comentário:
Postar um comentário