Com a função de apoio para o complemento para o painel da TV, o rack se tornou um clássico entre as décadas de 1990 e 2000 com a antiga estrutura que comportava TV de tubo, o aparelho de som, discos, CDs e decorações. Trinta anos depois, com a modernização dos eletroeletrônicos, o móvel ganhou novos contornos – mais fina, a TV, por exemplo, passou a ser fixada diretamente na parede ou no painel. “Ele segue cumprindo suas funções nas salas, mas recebeu uma roupagem contemporânea”, verbaliza a arquiteta Daniela Funari, responsável pelo escritório homônimo.
De acordo com ela, na configuração atual o móvel contribui para a mimetização de toda a estrutura de fixação da TV e do som. “O rack atua como uma extensão do painel, fazendo desaparecer os fios e organizando videogames, controles remotos, peças decorativas”, afirma.
Atualmente aparece com um design mais arrojado, minimalista e, muitas vezes, incorporado ao projeto de marcenaria. “Gosto de trabalhar a personalização do rack tanto por seu estilo, pelas dimensões do ambiente e as necessidades do projeto”, complementa a profissional.
Para exemplificar essa vertente camaleoa do móvel, acompanhe as orientações a partir dos projetos realizados por Daniela. Acompanhe:
A combinação entre o rack com um painel de impacto
Considerando que ele cumpre uma função bem evidente nos projetos, a afirmação não quer dizer que há um padrão rígido a ser seguido. “Ele tem porte para se destacar através da cor e dos acabamentos escolhidos”, descreve a arquiteta.
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